Se as eleições municipais já são
tradicionalmente acirradíssimas, e em algumas cidades um verdadeiro vele tudo
para chegar ao poder, a partir do ano que vem a coisa pode ganhar ainda mais
emoção e uma pitadinha de drama. É que na próxima sexta-feira (25), a
presidente Dilma Rousseff deve sanciona a nova lei eleitoral, mexendo no
formato das campanhas eleitorais. Entre os principais destaques estão à redução
do prazo de filiação partidária, que cai de 01 ano para apenas 06 meses antes
do pleito eleitora; a diminuição na duração da campanha, que passa de 90 para
45 dias, e no rádio de 45 para 35 dias, e o fim da reeleição e da contribuição
de empresas para os candidatos. Pois é amigo! Dinheirinho agora, só do próprio
bolso ou do bolso dos amigos.
As mudanças certamente darão uma
cara nova às campanhas, e os políticos terão que se reinventar, se quiserem
obter sucesso. Com apenas 45 dias para tentar convencer o povão que o “projeto
de governo” do seu candidato é o melhor, os chamados marqueteiros terão que
pensar rápido e principalmente motivar a “tropa” para um período praticamente
sem descanso. Nesse caso vale aquele velho ditado: “Cochilou o cachimbo cai”.
Que venha 2016.

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